MAIS UMA VEZ
Letra e Música – Lia Sophia
http://www.liasophia.com.br/02-Mais%20Uma%20Vez.mp3
Mais uma vez
Estou de volta ao começo
Não sei se fumo ou bebo o meu desassossego
Não me pergunte onde é que vou chegar
Não tenho pra dizer, nem pra sonhar
Mais uma vez
Eu vou contar todos os meus segredos
Mesmo que não creiam mais
Não estou de dengo
Ela foi embora e não volta mais
Agora só o que me resta é chorar
Mais uma vez
Estou no ponto de partida
não quero mais
Sofrer nenhuma despedida
Já não há lugar
Pra mais uma ferida
Mais desta vez
Eu vou desligar o celular
Podes até querer
Mas não vais me achar
Não que eu não queira te ouvir querida
Estou seguindo o conselho das amigas
Hoje talvez
Cruzei com um grande amor lá pela esquina
Mas nem percebi, pois ainda tinha
Na cabeça a nega que me abandonou
E que nem mereceu todo o meu amor
Aqui começa um novo começo, no dia que a flor nasceu!
15 fevereiro, 2011
30 janeiro, 2011
Te amo
Mas o pior não é não conseguir
É desistir de tentar
Não acredite no que eles dizem
Perceba o medo de amar
Eu cresci ouvindo anedotas, clichês e
chacotas
Frustrações
Sobre amasiar, se casar
Se entregar seria fraquejar
É desistir de tentar
Não acredite no que eles dizem
Perceba o medo de amar
Eu cresci ouvindo anedotas, clichês e
chacotas
Frustrações
Sobre amasiar, se casar
Se entregar seria fraquejar
Te amo, te amo, te amo
E se o tempo levar vocêE um dia eu te olhar e não te reconhecer
E se o romance se desconstruir
Perder o sentido
E eu me esquecer por ai
Mas nós somos um quadro de Klint
"O Beijo" para sempre fagulhando em cores
Resistindo a tudo seremos
Dois velhos felizes
De mãos dadas numa tarde de sol
Pra sempre
Te amo, te amo, te amo
26 janeiro, 2011
Psicóloga
5 anos se passaram... greve, falta de professor, falta de aluno, minhas faltas, notas boas, excelentes e regulares, amigos, colegas, pessoas, sujeitos, filas, RU, cloriformios fecais, chuva, alagamento, gotera, cachorro, vendedor ambulante, loucos, políticos, políticos, políticos, comunitas, behavioristas, freudianos, lacanianos, gestaltistas, centradas na pessoa, psicologia, filosofia, geografia e história, assaltos, estupros, eleições e políticos... Essas são algumas das palavras chaves desses anos de estudo na Universidade Federal do Pará, no bloco C, bloco de psicologia, matutino e vespertino...
Muitas outras palavras me viriam a mente se eu tivesse um pouco mais de criatividade, mas, no momento, essas são as que tornaram-me discriminativas...
Para esta conclusão, muitas reuniões, conversas, desconversas, votações, contratos e enquetes, qual é a cor do vestido? ah.... eu quero rosa, mas eu não quero, eu quero que seja livre, mas a cor é azul! E a banda? quero que toque tudo, mas tem a da minha prima, é, mas ela é poprock... gente entrou e saiu, gente ficou com inveja e levou nosso dinheiro... mas ninguém conseguiu levar a alegria que nos invadiu na noite de 15 de janeiro, a alegria era tanta, mas tanta que algumas rebolaram até o chão, outras cairam no chão, sim, mas de tanto beber, eu sorri, sorri, sorri e sorri, dancei, dancei, dancei e dancei, abracei os meus amigos e beijei minha família, as horas foram poucas, mas eternamente registradas em nossa memória e nas fotos que ficarão para sempre! Aqui vai uma...
Brindamos a nossa amizade, à nossas escolhas, à nossas consequências!! Brindamos à nossa FE-LI-CI-DA-DE!!!!!!!!
Felicidade quem ninguém pode roubar, apesar de tentar!!!
Parabéns, Psicólogas!!
Muitas outras palavras me viriam a mente se eu tivesse um pouco mais de criatividade, mas, no momento, essas são as que tornaram-me discriminativas...
Para esta conclusão, muitas reuniões, conversas, desconversas, votações, contratos e enquetes, qual é a cor do vestido? ah.... eu quero rosa, mas eu não quero, eu quero que seja livre, mas a cor é azul! E a banda? quero que toque tudo, mas tem a da minha prima, é, mas ela é poprock... gente entrou e saiu, gente ficou com inveja e levou nosso dinheiro... mas ninguém conseguiu levar a alegria que nos invadiu na noite de 15 de janeiro, a alegria era tanta, mas tanta que algumas rebolaram até o chão, outras cairam no chão, sim, mas de tanto beber, eu sorri, sorri, sorri e sorri, dancei, dancei, dancei e dancei, abracei os meus amigos e beijei minha família, as horas foram poucas, mas eternamente registradas em nossa memória e nas fotos que ficarão para sempre! Aqui vai uma...
Brindamos a nossa amizade, à nossas escolhas, à nossas consequências!! Brindamos à nossa FE-LI-CI-DA-DE!!!!!!!!
Felicidade quem ninguém pode roubar, apesar de tentar!!!
Parabéns, Psicólogas!!
11 dezembro, 2010
Fim de ano
E o ano está acabando, mais um, o 24º da minha vida... já passei por isso 24 vezes e cada ano a emoção é diferente. Este fim de ano simboliza muitas coisas, primeiro, a minha formação acadêmica, em dias serei psicóloga e isso me deixa tão reluzente, não só por ser mais uma psicóloga no mercado, mas pelos caminhos que percorri até chegar aqui. Lembro do dia que saia da minha cidadezinha no interior do Pará, Carajás, um sonho encantado, lugar onde não há violência, sujeira, pobreza, miséria e tudo que vejo diariamente em Belém, era o sonho de uma vida.
Lembro de mim subindo no ônibus com uma mala e um computador, presente de 15 anos da minha mãe, quando o ônibus partia, meu pai corria literalmente atrás dele chorando e acenando pra mim... essa cena nunca saiu da minha memória... foi inesquecível, e assim foi, cheguei em Belém no dia seguinte, peguei um táxi e fui pra casa, meu irmão me esperava...
Me matriculei no cursinho, conheci novas pessoas, passei no vestibular, arranjei um namorado, e depois me separei deste namorado, entrei na faculdade, fiz novos amigos, arranjei um namorado, depois me separei deste namorado, arranjei outros amores... fui à muitas festas, virei pesquisadora, tentaram me convencer que Deus é uma invenção, será? rsrs
E hje, mais precisamente, semana que vem, defendo meu tcc e faço a prova do mestrado.
Durante este período vi três sobrinhos nascerem, meu irmão se casar, e o outro continuar solteirão, rsrs, meus pais se separarem e se casarem novamente, meus pais mudarem completamente de vida e de costumes... o que me deixou muuito feliz...
Tive muitos momentos tristes, de decepção, de sentimento de fracasso, de perda, de dor, de traição, mas tive momentos extremamentes recomepensadores, principalmente com os meus pequenos do SABER, crianças especias, com autismo, sindrome de Down, paralisia cerebral, e outros déficits cognitivos, essas crianças me fizeram enchergar a vida com muito mais amor, os pais delas me ensinaram o que é amar alguém e viver para esta pessoa, admiro cada pai e cada mãe, são extremamente valorosos.
A emoção do ano foi quando (depois de ter saido do SABER), uma das crianças que atendia pediu pra psicóloga me ligar pra me dizer que ja sabia fazer o homem aranha, já sei como quero exercer minha linda profissão, já sei o que quero fazer de mim... quero dar carinho à essas crianças, quero ajudá-las a viver de forma mais adaptada.
Enfim, a emoção foi grande, e os dias foram ainda mais agitados. Nunca tive um ano tão recheado de atividades, o dia inteiro indo pra lá e pra cá, realizando tantas atividades: atendimento na clinica, atendimento no SABER, estágio na organização, bolsa de iniciação cientifica, tcc, relatórios... algumas pessoas sofreram com essa rotina, mas já serão compensadas!!!
Um ano feliz!
E que venham anos mais felizes ainda, mais sorridentes, mais leves, mais doces, cheios de amor e paixão!!
26 outubro, 2010
Erros e punições no passado!
Erros ensinam. Mas, após assimilar a lição, parceiros devem esquecê-los
Ninguém precisa passar a vida inteira amargurado pelo fato de ter cometido um erro. Num relacionamento amoroso, o deslize de um dos parceiros pode ajudar os dois a crescerem. No entanto, há pessoas que não conseguem aceitar falhas — as suas e as dos outros — e acabam transformando em martírio eterno algo que poderia muito bem ficar no passado.
Todos nós cometemos erros. Errar faz parte do crescimento, do aprendizado. Porém, muita gente tem dificuldade de lidar com essa questão. Ou não aceita os próprios erros ou não consegue assimilar os dos outros. Numa relação, isso pode ser muito desgastante.
A maneira como uma pessoa se relaciona com o erro é construída desde a infância, a partir das reações dos pais às suas falhas. Pais com mentalidade, digamos, saudável aproveitam as escorregadelas dos filhos para ensiná-los. Dizem: "Tudo bem que você errou, mas na próxima vez você já sabe o que acontecerá se agir da mesma forma". Já os pais mais rígidos não toleram ver o filho errar, ficam estressados se ele tem dificuldade de aprender e perdem a paciência quando o veem cometendo deslizes que são comuns na infância. Gente com este perfil se esquece de que os erros são uma forma de as pessoas se prepararem para as vitórias e as conquistas futuras, não são pecados mortais.
Se na infância nossos pais nos punem quando erramos, ao nos tornarmos adultos nossa mente os substitui na tarefa. Nós mesmos passamos a nos castigar quando erramos. E castigamos também as pessoas com quem nos relacionamos quando elas erram.
Você certamente já viu isso acontecer. Muitas vezes, num casal, um dos parceiros teve uma atitude errada no passado e o outro está sempre relembrando o tal evento. Aquele que errou, obviamente, se martiriza. Pessoas assim encaram qualquer erro do outro como algo terrível. É como se ele ou ela tivesse a obrigação de ser perfeito ou perfeita sempre.
Muitos casais ficam presos na insônia ou em vícios, como os da comida, da bebida e do cigarro, porque não conseguem se desligar de alguma escorregadela antiga de um ou de outro. Não sabem como zerar o passado e começar um novo futuro e escolhem se autopunir.
Mas os erros não precisam ser fontes de castigo, culpa ou vergonha. Eles podem, ao contrário, ser fontes de virtudes, se estiverem a serviço do aprendizado. A culpa e o medo nos paralisa e nos deixa presos a inverdades. Aqueles que não matam diariamente dentro de si o compromisso com a perfeição sofrem tanto que não se dão conta de que se autoescravizam.
As falhas podem e devem ser vistas como amigos que acompanham o casal na caminhada da vida até que eles aprendam algo. Quando ambos entendem isso, o "senhor erro" se despede e os deixa seguir sozinhos, porque sabe que o casal captou o recado. E, se ele voltar, o casal precisa decifrar a razão de sua presença, que talvez signifique a necessidade de melhorar algo na vida em comum.
Todo aquele que reconhece essa verdade habitua-se a se desculpar quando erra e é capaz de entender os erros do outro. Assim, age de forma majestosa, pois abre portas para novos recomeços. Há muita graça nos reinícios da vida, se os vemos como perspectivas de crescimento. Nossa existência é curta demais para ficarmos presos a situações que não podemos mudar, a fatos que deveriam ter ficado no passado. É um sofrimento inútil e está nas nossas mãos o poder de dizer: "Chega!". Além disso, é certo que outros erros virão e o melhor a fazer é ficarmos atentos a eles, para que possam nos ensinar a viver de maneira cada vez mais harmoniosa com o nosso amor.
A maneira como uma pessoa se relaciona com o erro é construída desde a infância, a partir das reações dos pais às suas falhas. Pais com mentalidade, digamos, saudável aproveitam as escorregadelas dos filhos para ensiná-los. Dizem: "Tudo bem que você errou, mas na próxima vez você já sabe o que acontecerá se agir da mesma forma". Já os pais mais rígidos não toleram ver o filho errar, ficam estressados se ele tem dificuldade de aprender e perdem a paciência quando o veem cometendo deslizes que são comuns na infância. Gente com este perfil se esquece de que os erros são uma forma de as pessoas se prepararem para as vitórias e as conquistas futuras, não são pecados mortais.
Se na infância nossos pais nos punem quando erramos, ao nos tornarmos adultos nossa mente os substitui na tarefa. Nós mesmos passamos a nos castigar quando erramos. E castigamos também as pessoas com quem nos relacionamos quando elas erram.
Você certamente já viu isso acontecer. Muitas vezes, num casal, um dos parceiros teve uma atitude errada no passado e o outro está sempre relembrando o tal evento. Aquele que errou, obviamente, se martiriza. Pessoas assim encaram qualquer erro do outro como algo terrível. É como se ele ou ela tivesse a obrigação de ser perfeito ou perfeita sempre.
Muitos casais ficam presos na insônia ou em vícios, como os da comida, da bebida e do cigarro, porque não conseguem se desligar de alguma escorregadela antiga de um ou de outro. Não sabem como zerar o passado e começar um novo futuro e escolhem se autopunir.
Mas os erros não precisam ser fontes de castigo, culpa ou vergonha. Eles podem, ao contrário, ser fontes de virtudes, se estiverem a serviço do aprendizado. A culpa e o medo nos paralisa e nos deixa presos a inverdades. Aqueles que não matam diariamente dentro de si o compromisso com a perfeição sofrem tanto que não se dão conta de que se autoescravizam.
As falhas podem e devem ser vistas como amigos que acompanham o casal na caminhada da vida até que eles aprendam algo. Quando ambos entendem isso, o "senhor erro" se despede e os deixa seguir sozinhos, porque sabe que o casal captou o recado. E, se ele voltar, o casal precisa decifrar a razão de sua presença, que talvez signifique a necessidade de melhorar algo na vida em comum.
Todo aquele que reconhece essa verdade habitua-se a se desculpar quando erra e é capaz de entender os erros do outro. Assim, age de forma majestosa, pois abre portas para novos recomeços. Há muita graça nos reinícios da vida, se os vemos como perspectivas de crescimento. Nossa existência é curta demais para ficarmos presos a situações que não podemos mudar, a fatos que deveriam ter ficado no passado. É um sofrimento inútil e está nas nossas mãos o poder de dizer: "Chega!". Além disso, é certo que outros erros virão e o melhor a fazer é ficarmos atentos a eles, para que possam nos ensinar a viver de maneira cada vez mais harmoniosa com o nosso amor.
*Karine Rizzardi, psicóloga em Cascavel (PR) especialista em casais, família e em aconselhamento familiar, fez pós-graduação em Psicologia na Chicago University, em Chicago, nos Estados Unidos, e é membro da Associação Brasileira de Terapia Familiar (Abratef). E-mail: drakarinerizzardi@gmail.com
15 outubro, 2010
Sobrevivendo
É estranho
Tanta estranheza
É natural
Tanta incerteza
Por que não seria assim?
A vida corre...
Diante...
Dentro... Para mim...
Em mim
Sem delicadeza
Rasga, sangra
Incendeia
Não faz questão de sutileza
É intensa
Choros arrancados da alma
Dramas de uma vida dolorida
Risos escancarados do coração
Escândalos de uma vida divertida
Imensidão de sentimentos
Opostos convivendo
Sobrevivendo na inconstância
De um ser
Que de si não consegue arrancar
O prazer de ser “dual”
Giovana Mendhes - http://butterflyfasesefaces.blogspot.com/2010/09/sobrevivendo.html
14 outubro, 2010
Entregue-se ao imprevisível e encontre o amor!
por
:: Rosana Braga ::
:: Rosana Braga ::
Se existem verdades absolutas neste mundo, uma delas é que todos nós temos medo de sofrer. Assim, ingenuamente tentamos controlar as situações ao nosso redor, como se isso fosse possível...
Obcecados por esse desejo de nos proteger, gastamos nossa energia e nosso tempo tentando controlar os pensamentos, as atitudes e até os sentimentos das pessoas que amamos e que, sobretudo, desejamos que nos amem.
No entanto, não nos damos conta de que a vida se baseia no imprevisível, no incontrolável, no surpreendente! Nenhum sentimento é garantido, nenhuma conseqüência é revelada antecipadamente. O futuro é totalmente incerto.
E apesar de tamanha imprevisibilidade, temos em nosso coração toda a possibilidade de conquistarmos o que e quem amamos, o que é muito diferente de controlar, prever ou obter garantias!
Muitas pessoas não conseguem encontrar um amor, não se entregam a uma relação profunda e verdadeira simplesmente porque estão, todo tempo, tentando obter certezas. As perguntas não param de gritar, as dúvidas não têm fim e o medo de se deparar com a dor parece assombrar milhares de corações, impedindo-os de enxergar uma outra possibilidade, tão plausível quanto a de sofrer.
Será que ele me ama? Será que vale a pena perdoar e tentar de novo? Será que ele não vai me trair? Será que não estou sendo idiota? Será que não vou sofrer mais do que se ficar sozinho? Será? Será?...
O que será, eu responderia com muita tranqüilidade, não importa agora! Na verdade, nunca importará! A pergunta correta é: Eu quero? Quando aprendermos a responder, com respeito e responsabilidade, essa simples perguntinha, teremos previsto qualquer possibilidade.
Sim, porque o amor é uma chance, uma oportunidade; não uma garantia; nunca uma certeza! Podemos vivê-lo conforme nossa vontade, de acordo com nosso coração ou... passaremos a vida inteira tentando controlar o incontrolável, garantir o incerto!
Jamais teremos como saber se o outro está sendo fiel, se o amor que sentimos é correspondido na mesma medida, se vamos sofrer ou seremos felizes. Jamais saberemos do amanhã ou do outro.
Então, que usemos nossa inteligência, a despeito de todo o medo que isso possa nos fazer sentir. Ou seja, que possamos, de uma vez por todas, abrir mão dessa tentativa inútil de controlar o amor, a vida e o outro e nos concentremos em nós, em nosso coração e em nossos reais objetivos!
Descobriremos que nos ocupar com nossos próprios sentimentos já é trabalho para vida inteira. Descobriremos que agir conforme nossa vontade é o bastante para que nos sintamos preenchidos, embora possamos mesmo vir a sofrer... simplesmente porque o sofrimento é uma possibilidade tão possível quanto a felicidade!
E digo mais: só conseguiremos entrar de fato no coração de alguém, mesmo sem termos certeza disso, quando tivermos a audácia e a coragem de nos entregar ao imprevisível; quando conseguirmos compreender que a segurança é mérito pessoal, interno, sentimento que não se pode ter em relação a ninguém além de nós mesmos.
Portanto, para todas as pessoas que têm me perguntado sobre qual é o segredo para viver o amor sem sentir tanta insegurança, tanto ciúme e tanto medo de sofrer, aproveito este momento para responder: o segredo está em saber se você quer, se você realmente quer! Porque se você quiser e fizer por merecer, agindo você com sinceridade, qualquer possibilidade de dor e sofrimento valerá a pena. Porque quando a gente quer de verdade, com o coração, a magia do amor nos faz entender que sofrer faz parte do caminho e, no final das contas, é tudo crescimento, aprendizagem, evolução e, por fim, a tão desejada felicidade.
E não que ela esteja no final do caminho ou no final da vida, simplesmente porque ser feliz é isso: entregar-se ao imprevisível e aceitar a dor e a alegria como partes do amor! E quando penso que essa entrega é realmente difícil, me lembro de uma frase que gosto muito:
"Se o seu problema tem solução, relaxe... ele tem solução.
E se o seu problema não tem solução, relaxe... ele não tem solução!"
É uma frase engraçada, mas muitíssimo sábia. Portanto, quando estiver doendo muito, não resista! Simplesmente relaxe e aceite, pois a resposta virá!
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