27 abril, 2015

Fats Domino - Honey Chile (1956)





Gente boa, hen?!



Fats Domino, prazer te conhecer!


01 março, 2015

Prazer, sou Teresinha

Hoje quero falar dos meus amores... E o quanto me identifico com Teresinha de Chico. É claro que não vou falar dos meus amores... rs, apenas que estou a espera do meu terceiro...

21 fevereiro, 2015

Medo da vida?

E, de repente, o novo chegou... E com ele a emoção da vida, do renascer. O sorriso descontrolado O reencontro comigo. A essência. A vida que pulsa e que grita pra sair. Sair do medo. Sair da culpa. Do alheio. Que mal faz em querer ser inteira? Plena? Por que o medo insiste em bater na porta do inocente? E por que convence o inocente do seu juízo? O conflito da vida e do medo é vulgar. Pequeno. Ofensivo. Desrespeitoso. A vida, querida vida, deveria invadir todas as trancas, arrancar todas as amarras e se fazer notar. Encontro-me sensível à vida mas também O medo. Medo da vida perder seu brilho novamente, de ver o medo tomar todos os espaços. A verdade é que a vida andava adormecida e acomodada. Mas hoje ela voltou a incomodar. Hoje ela pulsou de novo. E foi tão ao acaso, tão cedo da manhã. E o fim do dia se estendeu em olhares vagos, sorrisos frouxos, pensamentos distantes. Mas que medo! Medo de ter sido iludida pela vida, essa bandida. Vida que prega peças e que às vezes faz chorar. Medo de que tudo se repita. E repita o medo. Medo do falar. Do pensar. Do sentir. Do viver. Mas o coração anda ofegante, esperando a próxima oportunidade que a vida me dará para te-la pulsando aqui dentro. Vida, obrigada por pulsar de novo. É bom te sentir por perto. Te peço que seja caridosa desta vez e não deixe o medo te vencer. Te quero plena. De novo!

16 janeiro, 2015

Longe

Longe de tudo que é meu. Longe até de mim. Longe pra ser feliz. Longe que é infeliz. Longe pra esquecer. Longe e só faz lembrar. Longe do amor. Longe da verdade. Longe da vida. Quero voltar pra longe. Longe do aqui agora. Que é lá longe. Quero ir pra longe.

10 junho, 2014

O conceito de reflexo na descrição do comportamento - Skinner, 1931

Sumário do artigo "The concept of the reflex in the description of Behavior" de Skinner. Skinner, em 1931, analisa o reflexo com uma concepção na descrição do comportamento seguindo um método formulado primeiramente por Mach e Poincaré. Seu objeto era examinar a fonte da definição história de reflexo, apontando a natureza incidental dos critérios utilizados, e considerou como o objetivo maior, oferecer uma definição alternativa para o conceito de reflexo. Alguns pontos analisados por Skinner 

 1)Descartes "descobriu o estímulo" e projetou um mecanismo que poderia explicar o movimento dos animais sobre a base da liberação adequada da energia armazenada. Mas ele estava interessado menos em descrever a ação do sistema nervoso do que em apoiar afirmações metafísicas da automaticidade dos animais. Ele avançou com a ideia de "estímulo" como um substituto para a alma, mas apenas dentro de um campo que omitiu a maior parte da atividade do homem. 

 2) A noção do reflexo desenvolvida, independentemente de Descartes, a partir da investigação de "irritabilidade". A ação de um estímulo estava implícita no conceito de irritabilidade, que também atribuiu uma autonomia de função para as partes de um organismo. O conceito do reflexo surgiu muito naturalmente quando um estímulo e sua resposta relacionado fosse espacialmente distinta. Robert Whytt fez as primeiras observações historicamente eficazes. 

 3)Isto permaneceu por Marshall Hall, para limpar o conceito de homólogos psíquicos. Ele fez isso através da criação de uma distinção entre reflexo e ação voluntária, o que resultou eventualmente na definição histórica infeliz do reflexo como uma forma de movimento inconsciente, involuntário, e não aprendido. Volição, no sentido de Hall, era essencialmente o antecedente hipotético (não podia ser observado) de movimento para o qual nenhum estímulo correspondente pode ser observado, uma definição que serviu para identificar o reflexo com necessidade científica e vontade com imprevisibilidade. 

 4) A história do reflexo conheceu apenas uma característica positiva, que o conceito pode ser definido: a correlação observada de dois eventos, um estímulo e uma resposta. As características negativas, por outro lado, que descrevem como o reflexo involuntário, inconsciente, e não aprendido, ter procedido a partir de pressupostos não-científicas sobre o comportamento dos organismos. O reflexo é tentativamente definida como uma correlação observada de estímulo e resposta. 

 5)Fisiologia de reflexo compromete-se a descrever os eventos que intervêm entre um estímulo e uma resposta. A utilização fisiológica não põe em causa a definição de um reflexo de uma correlação, para a sinapse é apenas um expressão conceitual para os "reduzidos" características de uma determinada correlação. 

 6)A essência da descrição do comportamento é considerado a determinação das leis funcionais descrevendo a relação entre as forças que agem sobre, e o movimento de um dado sistema. O reflexo é, por definição, o instrumento preciso para esta descrição. A sua natureza analítica é discutida, e métodos existentes para a análise são examinados. Objeções atuais para análise são realizadas para não ter nenhum significado científico. 

 7)O estudo experimental do reflexo pode ser dividido em duas partes. Existe, em primeiro lugar, a investigação das características de uma latência de correlação, limiar, pós-descarga, e a fim da variação do S e R. Em segundo lugar, existe a investigação de variações destas características como funções de variáveis ​​de terceiros. A noção de força reflexo é útil para lidar com este segundo grupo. A questão de variáveis ​​terceiro é de extrema importância na descrição do comportamento de organismos intactos. 

Aqui, Skinner começa a trazer a noção de operante, mas ainda não sabia disso. rs. 

Do ponto de vista do método científico, qualquer lei que descreve o comportamento de organismos devem ser redutível a uma das formas aqui descritas. A descrição do comportamento, isto é, está adequadamente abraçado pelo princípio do reflexo (Skinner, 1931, p. 346)