27 abril, 2015
01 março, 2015
Prazer, sou Teresinha
22 fevereiro, 2015
21 fevereiro, 2015
Medo da vida?
E, de repente, o novo chegou...
E com ele a emoção da vida, do renascer.
O sorriso descontrolado
O reencontro comigo. A essência. A vida que pulsa e que grita pra sair. Sair do medo.
Sair da culpa. Do alheio.
Que mal faz em querer ser inteira? Plena?
Por que o medo insiste em bater na porta do inocente? E por que convence o inocente do seu juízo?
O conflito da vida e do medo é vulgar. Pequeno. Ofensivo. Desrespeitoso.
A vida, querida vida, deveria invadir todas as trancas, arrancar todas as amarras e se fazer notar.
Encontro-me sensível à vida mas também O medo. Medo da vida perder seu brilho novamente, de ver o medo tomar todos os espaços.
A verdade é que a vida andava adormecida e acomodada. Mas hoje ela voltou a incomodar. Hoje ela pulsou de novo. E foi tão ao acaso, tão cedo da manhã.
E o fim do dia se estendeu em olhares vagos, sorrisos frouxos, pensamentos distantes.
Mas que medo!
Medo de ter sido iludida pela vida, essa bandida. Vida que prega peças e que às vezes faz chorar.
Medo de que tudo se repita. E repita o medo.
Medo do falar. Do pensar. Do sentir. Do viver.
Mas o coração anda ofegante, esperando a próxima oportunidade que a vida me dará para te-la pulsando aqui dentro.
Vida, obrigada por pulsar de novo. É bom te sentir por perto. Te peço que seja caridosa desta vez e não deixe o medo te vencer. Te quero plena.
De novo!
16 janeiro, 2015
Longe
Longe de tudo que é meu.
Longe até de mim.
Longe pra ser feliz.
Longe que é infeliz.
Longe pra esquecer.
Longe e só faz lembrar.
Longe do amor.
Longe da verdade.
Longe da vida.
Quero voltar pra longe.
Longe do aqui agora.
Que é lá longe.
Quero ir pra longe.
23 agosto, 2014
10 junho, 2014
O conceito de reflexo na descrição do comportamento - Skinner, 1931
Sumário do artigo "The concept of the reflex in the description of Behavior" de
Skinner. Skinner, em 1931, analisa o reflexo com uma concepção na descrição do
comportamento seguindo um método formulado primeiramente por Mach e Poincaré.
Seu objeto era examinar a fonte da definição história de reflexo, apontando a
natureza incidental dos critérios utilizados, e considerou como o objetivo
maior, oferecer uma definição alternativa para o conceito de reflexo. Alguns
pontos analisados por Skinner
1)Descartes "descobriu o estímulo" e projetou um mecanismo que poderia explicar o movimento dos animais sobre a base da liberação adequada da energia armazenada. Mas ele estava interessado menos em descrever a ação do sistema nervoso do que em apoiar afirmações metafísicas da automaticidade dos animais. Ele avançou com a ideia de "estímulo" como um substituto para a alma, mas apenas dentro de um campo que omitiu a maior parte da atividade do homem.
2) A noção do reflexo desenvolvida, independentemente de Descartes, a
partir da investigação de "irritabilidade". A ação de um estímulo estava
implícita no conceito de irritabilidade, que também atribuiu uma autonomia de
função para as partes de um organismo. O conceito do reflexo surgiu muito
naturalmente quando um estímulo e sua resposta relacionado fosse espacialmente
distinta. Robert Whytt fez as primeiras observações historicamente eficazes.
3)Isto permaneceu por Marshall Hall, para limpar o conceito de homólogos
psíquicos. Ele fez isso através da criação de uma distinção entre reflexo e ação
voluntária, o que resultou eventualmente na definição histórica infeliz do
reflexo como uma forma de movimento inconsciente, involuntário, e não aprendido.
Volição, no sentido de Hall, era essencialmente o antecedente hipotético (não
podia ser observado) de movimento para o qual nenhum estímulo correspondente
pode ser observado, uma definição que serviu para identificar o reflexo com
necessidade científica e vontade com imprevisibilidade.
4) A história do reflexo conheceu apenas uma característica positiva, que o conceito pode ser definido: a correlação observada de dois eventos, um estímulo e uma resposta. As características negativas, por outro lado, que descrevem como o reflexo involuntário, inconsciente, e não aprendido, ter procedido a partir de
pressupostos não-científicas sobre o comportamento dos organismos. O reflexo é
tentativamente definida como uma correlação observada de estímulo e resposta.
5)Fisiologia de reflexo compromete-se a descrever os eventos que intervêm entre
um estímulo e uma resposta. A utilização fisiológica não põe em causa a
definição de um reflexo de uma correlação, para a sinapse é apenas um expressão
conceitual para os "reduzidos" características de uma determinada correlação.
6)A essência da descrição do comportamento é considerado a determinação das leis
funcionais descrevendo a relação entre as forças que agem sobre, e o movimento
de um dado sistema. O reflexo é, por definição, o instrumento preciso para esta
descrição. A sua natureza analítica é discutida, e métodos existentes para a
análise são examinados. Objeções atuais para análise são realizadas para não ter
nenhum significado científico.
7)O estudo experimental do reflexo pode ser dividido em duas partes. Existe, em primeiro lugar, a investigação das características de uma latência de correlação, limiar, pós-descarga, e a fim da variação do S e R. Em segundo lugar, existe a investigação de variações destas características como funções de variáveis de terceiros. A noção de força reflexo é útil para lidar com este segundo grupo. A questão de variáveis terceiro é de extrema importância na descrição do comportamento de organismos intactos.
Aqui, Skinner começa a trazer a noção de operante, mas ainda não sabia disso. rs.
Do ponto de vista do método científico, qualquer lei que descreve o comportamento de organismos devem ser redutível a uma das formas aqui descritas.
A descrição do comportamento, isto é, está adequadamente abraçado pelo princípio
do reflexo (Skinner, 1931, p. 346)
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